Ele fecha os olhos e balança a cabeça, reprimindo uma risada e diz. “Eu não sou um vampiro,
Ever.’
“Oh, yeah? Prove!” Eu digo, minha voz tremendo, meus olhos nos dele, planamente
convencidas que um rosário, uma luva de alho, e uma estaca de madeira terminariam com
isso.
Mas ele só ri. “Não seja ridícula. Isso não existe.”
“Eu sei o que eu vi,” eu digo a ele, imaginando o sangue, Haven, aquele estranho e assustador
quarto, sabendo que assim que eu vir aquilo, ele também verá. Me perguntando como ele
poderá possivelmente explicar sua amizade com Maria Antonieta, Picasso, Van Goghm Emily
Bronte, e Willian Shakespeare quando eles viveram a séculos de diferença.
Ele balança a cabeça, então olha para mim e diz, “Bem, para falar a verdade, eu também era
um bom amigo de Leonardo da Vinci, Botticelli, Francis Bacon, Albert Einstein, e John, Paul,
George e Ringo.” Ele pausa, vendo o olhar vazio no meu resto e gemendo quando ele diz,
“Cristo, Ever, os Beatles!” Ele balança a cabeça e ri. “Deus, você me faz sentir velho.’ Eu só fico
parada ali, mal respirando, sem entender, mas quando ele tenta me tocar, eu ainda tenho o
bom senso de me afastar. “Eu não sou um vampiro, Ever. Eu sou um imortal.”
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